27 de agosto de 2018
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Como os Smartphones mudaram a sua vida

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Era uma vez um aparelho que servia para conversar com outras pessoas. Ele passou a substituir o relógio, o despertador, a calculadora. Passou a servir como distração com jogos em sua memória. Esse aparelho passou a enviar mensagens, tirar fotos.
Passou a acessar a internet.
A partir dai nada mais foi igual, ou ao menos grande parte das coisas foram mudadas.
Acesso ao banco, ao taxi, ao almoço, tudo através dele.
O que servia já como evolução para telefonar ao restaurante e pedir uma pizza, agora permite que o pedido seja feito diretamente, sem falar com qualquer atendente.
As compras mudaram. E não só aquelas esporádicas, feita em sites de fora do país.
A própria compra do dia pode ser feita com o seu aparelho celular, recebendo em casa os produtos pedidos, e claro, fazer o pagamento também por ele, sem qualquer fila, demora e atraso.
As filas intermináveis nos bancos já estão com os dias contados, sendo possível pagar as contas, fazer transferências e muito mais sem nem sair do lugar.
Os mapas físicos e os guias foram totalmente esquecidos. Aplicativos com sistema GPS tornaram o uso de papel obsoleto para a navegação nos centros de cidades a ponto de praticamente sumirem. Agora, com o smartphone, é possível saber instantaneamente como ir de um lugar para outro, qual a melhor rota, e até mesmo onde há menos trânsito.
Por esse aparelhinho se tornou possível não só saber onde você se encontra, mas também onde outras pessoas se encontram.  O controle, por exemplo, da localização dos filhos aos lugares ficou muito mais fácil e imediato.
Ler notícias em tempo real ficou corriqueiro, e o bom e velho jornal impresso está cada dia mais em desuso. Por outro lado, a praticidade (e muitas vezes, falta de filtro) nos deixam cada vez mais expostos a notícias falsas, diante da ausência de preocupação com a fonte de que provem.
Dizer que viver hoje em dia sem seria impossível é um exagero, mas é indiscutível afirmar que a vida com esse aparelho, cada vez mais ágil, ficou muito mais fácil quase tão ágil quanto.
Qualquer criança já consegue usar um smartphone, parece que já nasceram prontas para esse tipo de aparelho, e não se acanham em dar lições aos mais velhos sobre o uso.
Com certeza essas crianças ficam a se perguntar: como as pessoas viviam sem isso? Será que realmente existia vida antes?
Também não se pode deixar de elencar que o smartphone nos levou a não ter exato horário de trabalho. Se por um lado a possibilidade de trabalhar fora do local do emprego é uma revolução, a disponibilidade em tempo integral passou a ser uma espécie de plantão.
De fato, se não houver um regramento mínimo, fica estabelecida uma prática escravidão em favor do aparelho.
A obrigação de ver e responder mensagens também pode ser acrescida ao rol das coisas muito agradáveis e facilitadoras, por vezes se tornam grilhões, vícios até.
As selfies são uma mania mundial, e diante da possibilidade de enviar a um amigo uma foto (sua) em um local incomum (ao invés de simplesmente fotografar o local) tem levado a casos de morte pelos riscos corridos para obtê-las.
Mas são casos extremos que nem de longe fazem sombra aos benefícios.
As redes sociais estão à mão. Dizer aos outros onde se encontra e o que está fazendo para algumas pessoas passou a ser uma obrigação, veja que não é uma crítica é só uma observação do quanto o uso do smartphone alterou uma anterior preferência pela privacidade.
Não é mensurável até onde essa tecnologia que não para irá nos levar. Sem dúvidas virá muito mais. As mentes destinadas a isso passam o tempo todo buscando novas tarefas que possamos transferir para o aparelho.
E pensar que uma comunicação sem estar ligada a um fio foi só o começo!



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