16 de agosto de 2018
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Motos são responsáveis por 1/3 das mortes em acidentes de trânsito

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Argumentar que o trânsito nas grandes cidades brasileiras se aproxima de um verdadeiro caos é “chover no molhado”. O desrespeito às leis de trânsito é flagrante a todo o momento. Neste se inclui desde o pedestre que insiste em não atravessar a rua utilizando a faixa ou que atravessa a rodovia ignorando uma passarela que está sobre a sua cabeça, como o motoqueiro que fala ao celular enquanto conduz a moto.
Números Consideráveis
É assustador que 1/3 das mortes em acidente de trânsito tenham envolvimento das motocicletas. No Estado de São Paulo, no ano de 2017, foram 1900 vítimas (aumento de 9,4% em relação a 2016), assim de um total de 5645 mortos em situações de trânsito, os motociclistas representam percentual de aproximadamente 33%.
Busca pela Agilidade
Não é novidade também que a histeria pela falta de tempo nas grandes cidades faz com que, cada vez mais, sejam utilizadas as motos. 
Elas são empregadas para o transporte, seja de passageiros ou mesmo para entrega de pequenas encomendas que são sempre urgentes, tanto para o cliente que a espera como para o motoboy que deseja fazer outras para aumentar seus ganhos, e é justamente nesta busca cada vez maior pela agilidade que os acidentes acontecem.
Causas
As motos apresentam uma vantagem, se realmente assim puder ser chamada, de se locomover com maior facilidade em trânsitos pesados, especialmente trafegando no chamado “corredor”, fazendo com que o tempo a que nos referimos antes seja mais bem aproveitado. Esta agilidade tem um preço: o desrespeito à lei. 
O Código de Transito Brasileiro proíbe esta prática justamente por colocar sempre em risco a vida dos próprios motoqueiros, como de causar constantes acidentes. A condução da motocicleta no corredor traz consigo o risco de que qualquer leve mudança de faixa feita por um carro se transforme em um obstáculo intransponível e levará o condutor da moto ao choque.
Nem sempre o motorista do carro ou caminhão não agiu com a devida atenção. Há casos em que há a influência do chamado “ponto cego” para motoristas ou mesmo a velocidade exagerada, impulsionada pela confiança nas suas habilidades, empregada pelo motociclista diminui muito a chance de ser visto a tempo pelo outro. 
O excesso de velocidade de fato é um problema crônico neste tipo de meio de transporte, sem falar em atravessar o semáforo no vermelho, parar sobre a faixa de segurança, ou, como já dito, falar ao celular.
Presença Constante em Emergências
O gasto médico (público ou não) com estes tipos de emergências é imenso. O mais complexo é que as maiores vítimas de todos esses abusos acabam sendo os próprios motociclistas, que traduzem a imprudência em números surpreendentes nas emergências hospitalares.
Pesquisas apontam que há vários anos as vítimas de acidente envolvendo motocicletas ocupam o primeiro lugar no número de atendimentos urgentes nos prontos-socorros, e esta posição não dá sinal de ser ameaçada.
Especialistas argumentam que esta situação tem se agravado a partir da legislação que estabeleceu normas para o serviço de motoboy, moto-táxi e moto-fretes (Lei 12009/09). Afirmam que com a regulamentação dos serviços o número de usuários e, por consequência, os prestadores, aumentaram consideravelmente e com eles os acidentes.
Perdas e Danos para Todos
Os acidentes envolvendo motocicletas e outros veículos normalmente acabam produzindo maiores danos físicos aos motociclistas, tendo em vista a maior exposição e menor proteção. Porém não podem ser descartadas todas as demais consequências, patrimoniais ou não para os envolvidos. Claramente aquele que se envolve em qualquer acidente de trânsito, em que alguém acabe ferido, enfrenta, tendo culpa ou não, todo um transtorno interior. 
Sem contar com situações em que, um segundo pode levar a dar causa a um acidente no qual há danos físicos e/ou estéticos a serem indenizados, quando não se tratar de acidente fatal. Fora isso há também os danos patrimoniais, com seu veículo e com o de terceiro. Assim, a utilização de motocicletas exige de seus usuários cautela redobrada e a consciência de que os outros veículos também têm direitos a serem respeitados. Além disso, como prioridade, atender às leis de trânsito para que também este tipo de veículo seja uma parte pacífica nesta relação conturbada que é o trânsito. 
Você já sofreu algum acidente de moto? Comente abaixo e conte como foi a experiência, e lembre-se, para esses momentos, é sempre bom ter um seguro de vida ou um seguro para motocicletas.



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